José J. Veiga

José J. Veiga

Ariano Suassuna
Esta comédia em três atos, escrita em 1957, traz todas as características do Movimento Armorial, criado por Suassuna. Aproximando-se da literatura de cordel e dos folguedos populares do nordeste, narra a história de Euricão Árabe, um velho avarento devoto de santo Antônio que esconde em sua casa uma porca cheia de dinheiro.
Robert J. Harris

O escocês Robert J Harris promete conquistar os leitores com Leonardo e a invenção mortal, thriller juvenil movido a aventura, mistério e boas doses de história. Na trama, ambientada na Itália do século XV, o jovem Leonardo da Vinci, então um mero aprendiz de pintor, descobre, por acaso, o desenho de uma misteriosa máquina, e testemunha fatos inesperados que vão envolvê-lo numa conspiração para assassinar o maior mecenas de Florença. Da Vinci precisará de toda a sua coragem, inteligência e talento para combater os inimigos nesta eletrizante trama de suspense passada em meio ao universo da arte renascentista.

A Biblioteca Monteiro Lobato fica feliz pelo retorno dos alunos EASD às aulas, que todos tenham descansado e aproveitado as Festas Juninas.
Balzac

O Pai Goriot é um verdadeiro cruzamento de intrigas e de personagens. Além do personagem-título descrito por Balzac, deparamo-nos com um universo que abarca desde o submundo do crime ? representado por um Vautrin misterioso e tentador ?, até os toucadores das damas da alta sociedade. Mas o verdadeiro protagonista da ação é Eugène de Rastignac, jovem estudante provinciano almejando sucesso na sociedade parisiense que acaba de descobrir. Trata-se com efeito de um romance de formação no sentido mais estrito da expressão: a aprendizagem da vida social na Paris do século XIX.
Hilton Marques

Kim Edwards

O Guardião de Memórias é uma fascinante história sobre vidas paralelas, famílias separadas pelo destino, segredos do passado e o infinito poder do amor verdadeiro. Inverno de 1964. Uma violenta tempestade de neve obriga o Dr. David Henry a fazer o parto de seus filhos gêmeos. O menino, primeiro a nascer, é perfeitamente saudável, mas o médico logo reconhece na menina sinais da síndrome de Down. Guiado por um impulso irrefreável e por dolorosas lembranças do passado, Dr. Henry toma uma decisão que mudará para sempre a vida de todos e o assombrará até a morte: ele pede que sua enfermeira, Caroline, entregue a criança para adoção e diz à esposa que a menina não sobreviveu. Tocada pela fragilidade do bebê, Caroline decide sair da cidade e criar Phoebe como sua própria filha. E Norah, a mãe, jamais consegue se recuperar do imenso vazio causado pela ausência da menina. A partir daí, uma intrincada trama de segredos, mentiras e traições se desenrola, abrindo feridas que nem o tempo será capaz de curar. A força deste livro não está apenas em sua construção bem amarrada ou no realismo de seus personagens, mas, principalmente, na sua capacidade de envolver o leitor da primeira à última página. Com uma trama tensa e cheia de surpresas, O Guardião de Memórias vai emocionar e mostrar o profundo – e às vezes irreversível – poder de nossas escolhas.
Fernando Sabino

Principal livro do ficcionista mineiro Fernando Sabino, “O encontro marcado” é um romance ao mesmo tempo de formação e de costume que retrata a juventude de Eduardo Marciano e de seus amigos na Belo Horizonte dos anos 40
Rachel de Queiroz

Com “Dôra Doralina”, Rachel une o Nordeste ao Rio, e é exatamente nessa união que surge o romance de amor. Sem ser um romance policial, a obra registra uma realidade regional que termina por nos inserir no quadro histórico da formação brasileira . A história de amor que une Dôra ao Comandante, sem sacrificar os personagens menores nos envolve e suas presenças completam a galeria dos que se destacam não apenas neste romance, mas em toda a obra de Rachel. A romancista conferiu a Dôra uma sensível dimensão humana, quando a vemosvivendo, amando, sofrendo, como símbolo e imagem de nossa própria condição. São duas personalidades que fascinam – das Dores. Maria das Dores e o seu comandante. Aqui está o amor como liberdade. Liberdade é a paixão da obra de Rachel.
Vinicius de Moraes

“Aqui está o Vinicius mais acessível – o que se abriu ao grande público, antes mesmo de ser bafejado pela universal popularidade que buscou e conquistou como expoente da MPB. Há muito se sabe que são vários os Vinicius. Depois do Vinicius musical, foi o Vinicius cronista quem mais depressa chegou ao coração do grande público. Como seu mestre Manuel Bandeira e seu amigo Carlos Drummond de Andrade, como tantos poetas, Vinicius escreveu crônica para sobreviver, ou quando muito para juntar um dinheirinho aos seus vencimentos de diplomata. Foi a força das circunstâncias, ou a sobrevivência, que o levou à colaboração periódica nos jornais e nas revistas. Seria o caso de dizer bendita sobrevivência, ou bem-vindas circunstâncias. Prosa fiada e nem por isso arte menos ingrata, como diz de saída o próprio Vinicius. Alheio à controvérsia de teóricos e críticos sobre o gênero, quase sem querer o poeta definiu o seu conceito de crônica, ou seja, uma conversa íntima e livre que, partindo do seu interesse pessoal, vai de fato interessar a todos os seus leitores.” Otto Lara Resende Prêmio Jabuti 1992 de Melhor Produção Editorial de Obra em Coleção
Fonte: http://www.concursosolucao.com.br/WA_livros_exibe.asp?id=1192